sábado, 7 de agosto de 2010


A Educação Ambiental é um processo participativo, onde o educando assume o papel de elemento central do processo de ensino e aprendizadem pretendido, participando ativamente do diagnóstico dos problemas ambientais e busca de soluções, sendo preparado como agente transformador, através do desenvolvimento de habilidades e formação de atitudes, através de uma conduta étnica, condizentes ao exercício da cidadania.
A Educação Ambiental deve buscar valores que conduzam a uma convivência harmoniosa com o ambiente e com as demais espécies que habitam o planeta. É preciso considerar que a natureza nã é fonte inesgotável de recursos, suas reservas são finitas e devem ser utilizadas de maneira racional, evitando o desperdício e considerando a reciclagem como processo vital.
A demais espécies que existem no planeta merecem o nosso respeito. Além disso, a manutençlão da biodiversidade é fundamental para nossa sobrevivência.
www.intranet.meioambiente.ba.gov.br este site vocês iram encontra tudo a respeito do meio ambiente é muito bom!
PESQUISA PUBLICADA POR TIAGO DE SENA
3ªC

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

ANIMAIS EM EXTINÇÃO


COM A REDUÇÃO DAS FLORESTAS E O TRAFICO DE ANIMAIS SILVESTRES, MUITAS ESPECIES DE ANIMAIS ESTÃO ENTRANDO EM EXTINÇÃO. GOVERNOS DE DIVERSOS PAISES E SOCIEDADES PROTETORAS DE ANIMAIS TEM INVESTIDO RECURSOS PARA EVITAR TAL VIOLÊNCIA CONTRA OS ANIMAIS.
PESQUISAS E CAUSAS DA EXTINÇÃO DE ESPÉCIES ANIMAIS
AS ULTIMAS PESQUISAS APONTAM QUE MILHARES DE ESPECIES ANIMAIS FORAM EXTINTOS NOS ULTIMOS CEM ANOS. MUITAS DESSAS ESPÉCIES JAMAIS SERÃO CONHECIDAS POR GERAÇÕES FUTURAS. SABEMOS QUE MUITAS DELAS PODERIAM REVELAR AO HOMEM INFORMÇÕES IMPORTANTES SOBRE O MEIO AMBIENTE E ATE MESMO A CURA PARA DETERMINADOS TIPOS DE DOENÇAS.
OS CIENTISTAS NÃO CONSEGUEM CALCULAR EXATIDÃO O NUMERO DE ESPECIES DE SERES VIVOS QUE HABITAM O NOSSO PLANETA. A DIVERSIDADE BIOLÓGICA É MUITO GRANDE , PORÉM ESTIMA-SE QUE HAJA EM TORNO DE 10 A 15 MILHÕES ESPÉCIES DA FAUNA, FLORA E MICROORGANISMO. DESTE TOTAL, DE 5 A 8 MILHÕES SERIAM INSETOS, 400 MIL SERIAM PLANTAS, 60 MIL DE ANIMAIS VERTEBRADOS, 5 MIL MAMÍFEROS E 10 MIL AVES.
COMENTÁRIO: IMFELIZMENTE O HOMEM TEM DEMOSTRADO UMA DIFICULDADE GRANDE EM VIVER EM HARMONIA COM A NATUREZA. AS ESPÉCIS DE ANIMAIS E VEGETAIS SEMPRE FORAM VITIMAS DA VIOLENCIA E DA DEGRADAÇÃO PROPORCIONADAS PELO SER HUMANO. A GANÂNCIA E O DESREPEITO DO SER HUMANOSEMPRE FOI CONSTANTE NA RELAÇÃO ENTRE O HOMEM E A NATUREZA. TEMOS MUITO A APRENDER COM OS INDÍGENAS NESSE ASPECTOS. ELES SEMPRE SOUBERAM RESPEITAR A NATUREZA, POIS SABEM QUE A SUA EXISTÊNCIA DEPENDE DIRETAMENTE DO MEIO AMBIENTE.
PESQUISA PUBLICADA POR MARIANE VIEIRA
3ªC

A transposição do São Franciso

Por muito tempo nos questionamos se a transposição do rio era um alternativa interessante para o abastecimeto do nordeste semi-arido, como em tda discurssão existiam pessoas a favor e contra o projeto. Embasdo nesta discurssão, o pesquisaor da fundação Joaquim Nabuco, João Suassuna decidiu levantar alguns dados a respeito e redigir alguns textos de cunho crítico, sobre o assunto. Eis então um deles:


'' Estamos às voltas com um novo ciclo seco no Nordeste. O El Niño está colocando suas "garras" de fora. As águas do Oceano Pacífico estão esquentando devido à ação dos ventos alísios que sopram de leste para oeste elevando o nível das águas quentes que normalmente se encontram na parte ocidental daquele oceano. Os ventos começam a mudar de direção (agora no sentido oeste para leste), levando a massa de água quente para a costa peruana, o que ocasiona fortes tempestades com a intensa evaporação ali existente. No litoral sul-americano, o mecanismo impede a subida das águas frias à superfície, enquanto os ventos desviam as chuvas e bloqueiam as frentes frias vindas da Antártica, causando inundações no Sul e seca no Nordeste brasileiros. Esse fenômeno está mais uma vez presente no país (agosto/97), com várias cidades do Sul em estado de calamidade pública, devido à ação das fortes chuvas que provocam enchentes descabidas, esperando-se, em contra-partida, o pior para o Nordeste. A seca parece inevitável. Diante desse fato, recrudesce, no meio político, a idéia da transposição das águas do Rio São Francisco, como a única solução para resolver o problema do abastecimento das cidades e mitigar a sede dos nordestinos. O quadro merece uma pausa para meditação. Temos conosco um documento elaborado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente do Estado de Pernambuco intitulado "Relatório sobre a Transposição do Rio São Francisco e as Atuais Necessidades de Recursos Hídricos do Nordeste", no qual fica clara a visão do governo com relação às vantagens de transpor as águas, tendo em vista o reforço dos recursos hídricos para os rios Brígida e Pajeú e os benefícios sócio-econômicos advindos. No documento é feita uma descrição, em linhas gerais, das características do projeto de transposição transcritas, a seguir, na íntegra: a) "a captação de água deve ser realizada perto de Cabrobó, na divisa entre Bahia e Pernambuco, numa altitude 50 m inferior à da Barragem de Sobradinho; b) pretende-se desviar cerca de 280 m³/s, quando o projeto estiver todo implantado, sendo que na primeira etapa, a previsão é retirar 70 m³/s do São Francisco, que neste ponto tem vazão firme (grifo nosso) de 2065 m³/s, o que representa menos, provavelmente, que a margem de erro das medições hidrológicas; c) na captação a água será bombeada para superar cerca de 30 m de elevação geométrica e segue em canais e reservatórios até Terra Nova, onde é elevada novamente em 50 m, prosseguindo em aquedutos e leitos naturais (grifo nosso) até Salgueiro, onde uma 3ª estação elevatória seria implantada para recalcar a água a 80 m de elevação. Desta forma, a água captada na cota de 315 metros, após ser recalcada 160 m, cruzaria o divisor na altitude de 475 metros, prosseguindo daí em diante para o vale do Jaguaribe, por gravidade. A passagem no divisor é prevista em túnel de 1500 m, nos limites estaduais de Pernambuco e do Ceará; d) a idéia é que, dos 2000 km percorridos pela água na adução até o mar, cerca de 200 km serão contemplados com obras. As demais distâncias serão percorridas em leito natural de rios e reservatórios; e) depois de transposto o divisor, a água seguiria pelos rios dos Porcos, Salgado e Jaguaribe, por onde atingiria o litoral; f) na primeira etapa do projeto, as vazões decorrentes da transposição seriam divididas da seguinte forma: 25 m³/s para o Ceará, 15 m³/s para o Rio Grande do Norte, 15 m³/s para a Paraíba e 15 m³/s para Pernambuco." O curioso é que, da forma como a questão é colocada, num contexto um tanto inconseqüente, pois nos dá a nítida impressão da magnitude dos custos do projeto, tanto os financeiros como os imputados ao meio ambiente, parece-nos que as pessoas perderam o censo crítico de analisar as coisas. É como se houvesse a proposta para a realização de um projeto de esfriamento das águas do Pacífico para minimizar os efeitos do El Niño, "laçando-se" um iceberg da Antártica e rebocando-o até o local do esquentamento, para amenizar a temperatura daquele pedaço do Oceano Pacífico que tem tanta importância para a vida dos nordestinos. No nosso modo de entender a comparação tem a mesma magnitude. A questão tem que ser tratada em bases mais científicas ao invés de decisões simplórias e descabidas, do tipo "vamos fazer, que depois os problemas surgidos serão resolvidos". Só que, dessa forma, os problemas podem não ter o remédio esperado e, mesmo que surjam algumas alternativas de solução, essas poderão ser inviáveis dado o custo elevado. No nosso modo de entender, alguns pontos têm que ser levados em consideração quando o assunto é transposição das águas: o primeiro, diz respeito à intensa evapotranspiração que existe no Nordeste semi-árido, que chega a alcançar patamares médios da ordem de 2000 mm anuais. Isso é um dado espantoso, se imaginarmos uma lâmina de 2 metros de água a céu aberto, em leitos naturais conforme o explicitado no projeto, perdendo-se anualmente para a atmosfera sem o mínimo uso, numa região de déficit hídrico, onde a média pluviométrica gira em torno dos 600 mm anuais. O segundo, diz respeito ao consumo de energia para recalcar o volume de água pretendido. De acordo com os dados do projeto, a energia necessária para esse fim é equivalente àquela gerada em Sobradinho (1050 MW), ou seja, precisa-se ter uma Sobradinho inteira, funcionando 24 hs por dia, para manter o sistema operando satisfatoriamente, numa região em que estão previstos problemas de geração de energia elétrica já no ano 2000. O terceiro, e talvez o mais importante, diz respeito à garantia de vazão do rio que assegure a geração de energia elétrica e a irrigação em suas áreas potenciais. O São Francisco é um rio que, no Nordeste semi-árido, corre inteiramente sobre o embasamento cristalino e, em decorrência disso, todos os seus afluentes têm regime temporário. Este aspecto traz, como conseqüência, uma diminuição gradativa de sua vazão ao longo do ano, dada a diminuição e até a interrupção das vazões dos afluentes que fazem parte de sua bacia, agravada ainda, pelo uso consuntivo das águas na irrigação (águas utilizadas que não têm retorno ao rio). Justamente na tentativa de solucionar o problema de vazão do rio, a Companhia Hidrelétrica do São Francisco - CHESF construiu a represa de Sobradinho que manteve, de certa forma, a vazão do rio em patamares adequados para a geração de energia no complexo de Paulo Afonso. Mesmo assim, dadas as secas periódicas que assolam a região, a referida represa tem operado, com certa freqüência, em níveis críticos, chegando a voltarem à tona as ruínas da cidade de Remanso no Estado da Bahia, que ficou submersa com a construção dessa represa e que foi reconstruída em uma cota mais alta, longe das águas. Ora, se a antiga Remanso volta a aparecer no período de seca, isso nos leva a crer que o leito do rio praticamente volta a ser o que era antes de ser represado e que as águas, antes acumuladas para resolver os problemas de geração de eletricidade e de irrigação, não atendem mais àquelas finalidades. Com relação a esse ponto, no final do ano passado (1996) assistimos, na mídia televisiva, a uma entrevista do Presidente da CHESF em que este se mostrava preocupado com a diminuição da vazão do rio, chegando a comentar que a bacia do São Francisco estava no seu segundo ano de seca e que não poderia entrar no terceiro, sob pena de haver racionamento de energia elétrica. Nesse período, segundo informações colhidas por engenheiros da CHESF, a represa de Sobradinho estava com um volume acumulado de água de apenas 13% de sua capacidade. Imaginem os senhores leitores se, uma vez instalado esse quadro de penúria hídrica, tivéssemos ainda que subtrair mais água do rio para atender ao abastecimento do Nordeste. Simplesmente não iríamos ter água suficiente para tudo isso (geração, irrigação e abastecimento). Ficamos até a imaginar as manchetes dos principais jornais nordestinos: "CHESF entra na justiça para assegurar geração de energia no Nordeste", ou mesmo, "O Rio São Francisco agoniza". Diante do exposto, esperamos que as autoridades reflitam melhor sobre a transposição do Rio São Francisco, agregando a ela a questão do gerenciamento regional integrado dos recursos ambientais, aí incluindo o uso coerente de suas águas, como fator fundamental do desenvolvimento da Região Nordeste. Para que isso se realize, é importante que sejam ouvidos todos os segmentos da sociedade, que precisam ser estimulados para apoiar essas ações, e conhecer quais são suas prioridades e como estas se inserem num plano de conjunto que se desdobra ao longo do tempo. ''
Fonte: http://www.fundaj.gov.br/docs/tropico/desat/joao.html

André Ribeiro - 3 c, CEAAT, 2010

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Verdades sobre o Aquecimento Global.




Os últimos dez anos foram os mais quentes de toda a historia, sendo que o mundo esta aquecendo, e isso é nossa culpa. Estamos presenciando a convergência de crises, onde a civilização industrial causou danos irreparáveis e o tempo esta acabando.
Segundo IPCC (Painel de Intergovernamental de Mudanças Climáticas) até 2100, estima-se que poderá haver cerca de 150 milhões de refugiados de catástrofes naturais, 1 a 3 bilhões de pessoas não terão acesso a água fresca e a fome vai aumentar em grande parte do mundo.

Vamos identificar os maiores emissores de gases do efeito estufa, o que vocês acham? Quais são as fontes de emissões dos gases do efeito estufa? Todas as respostas são sempre as mesmas, carros, fábricas, aviões, é porque deixamos as luzes acesas e tomamos longos banhos; Estas repostas estão certas, mas esquecemos um fator muito importante, 18% das emissões de gases no mundo são causadas pela pecuária. Isso chega a serem surpreendente “animais de fazenda, 18%!!!”, isso porque ainda não analisamos o percentual causado pelo transporte desse animais, que equivale a 13%.O fato é que todos os aviões, carros, navios, tratores do mundo, emitem menos gases poluentes que a pecuária.

Dizem que as Vacas emitem para a atmosfera toneladas de gases estufa através de “puns” e “arrotos”. Mas será esse o principal causador do efeito estufa? Tudo começou muito tempo atrás, quando os homens começaram a comprar terras e “povoalas” com animais, a fim de lucrar apartir dos seus recursos. Apartir daí, a criação de animais fugiu ao controle, começava-se a criar uma quantidade exorbitante de animais, com o objetivo de lucrar mais e mais. Entretanto para que isso venha a acontecer, seria necessário que houvesse alimento em abundancia, sendo que toda essa comida teria que vim de algum lugar. O Brasil é o maior produtore de soja do mundo, grande parte da produção é exportada para a Europa. Para que isso venha a ocorrer é necessário que aja disponibilidade de milhares de hectares voltados para a plantação, então desmatamos a Amazônia e plantamos soja no lugar, esquecendo de que a floresta tem um papel muito importante na absorção do dióxido de carbono. Logo após adicionamos pesticidas nas plantações e enviamos a soja para a Europa, aonde ela vai diretamente para os receptores e depois distribuída pelo velho continente, de forma muito organizada.
O sistema digestivo de uma vaca é muito mais complexo do que de um ser humano, pois seu estomago é capaz de digerir fibras vegetais. Para que elas possam fazer isso, elas precisam de uma complexa combinação de bactérias fungos e protozoários em seu sistema. Esses microorganismos não têm acesso ao oxigênio, com isso o produto final da digestão dos ruminantes torna-se metano, diferente da do ser humano que se converte em dióxido de carbono e água. Quando comparado com o dióxido de carbono o metano é 21 vezes mais perigoso. Vale ressaltar que uma vaca leiteira produz de 8 a 10 mil litros de leite todo ano e de 500 a 700 mil a cada dia, sendo que se uma vaca produz 700 mil litros de metano por dia equivale a um grande veículo 4x4 rodando 56 km por dia.

A FAO (organização das nações unidas para a agricultura e a alimentação) publicou um relatório, que mostrou pela primeira vez a associação entre a pecuária e o aquecimento global. O fato é que a pecuária é responsável por 18% das emissões de gases, sendo que durante a pesquisa foram levados em conta: todas as alterações no uso de terras, produção de animais em termos de metano, o gerenciamento do esterco, também em relação ao metano e óxido nitroso, diversos processos da produção de rações, processamento de carne, transporte e tudo mais que tem haver com a pecuária e a matéria-prima da rações.

Reflitam um pouco, segundo dados divulgados, mas de 50% dos cereais e 75% de toda a soja consumida no mundo não são comidos por seres humanos, mas sim pelos animais de abate. Sendo que são necessários 7 quilos de grãos, milho e soja, para produzir apenas um quilo de carne... Estamos falando em centenas de hectares de soja plantada em terras desmatadas para produzir carne, sendo que como o principal produtor de soja do mundo, a produção brasileira cresceu cerca de 57 vezes desde os anos sessenta; nós estamos produzindo soja mais soja do que nunca e a maior parte dessa soja está sendo produzida em áreas ambientais muito frágeis, incluindo a Amazônia e o cerrado. Estas são responsáveis pelo “seqüestro” do carbono, entretanto quando elas desaparecem, perdemos ferramentas importantes na luta contra o aquecimento global. As pesquisas mostram que em um ano uma vaca na Holanda produz tantos gases quanto um carro que viaja 70 mil quilômetros, sendo que essa distancia significar andar ao redor do mundo mais de uma vez e meia. Entretanto a imagem que temos do aquecimento global é sempre unilateral, só vemos chaminés de fabricas e congestionamentos, onde estão as campanhas públicas para conscientizar sobre a relação entre o aquecimento global e o consumo de carne?

Hoje não há nada mais importante do que tentar conter o problema do aquecimento global, e para isso não podemos deixar de prestar atenção na agricultura. Se quisermos apenas atingir uma meta bem conservadora nesse setor, que seria para o grande crescimento do setor até a metade do século, então temos que tomar decisões bem radicais, porque a dinâmica natural é que quando as populações se tornam mais ricas, elas quase sempre aumentam seu consumo de produtos animais. No atual contexto global esse assunto se diz respeito principalmente à China, pois é o pais que mais cresce o consumo de carne, sendo que a população de porcos e galinhas dobra a cada dez anos. Estes animais possuem um só estomago, eles não geram tanto metano, mas criam problemas ambientais, pois precisam ser alimentados e seus alimentos são provenientes de fontes naturais, como a soja brasileira, que é produzida em área desmatada.

Se os Paises ricos continuarem consumindo tanto e paises como o China atingirem esses níveis elevados de consumo, a situação vai ser pior e vai ficar muito difícil conter o aquecimento global.

Matheus Abreu

Desmatamento


História do desmatamento no Brasil O desmatamento, também chamado de desflorestamento, nas florestas brasileiras começou no instante da chegada dos portugueses ao nosso país, no ano de 1500. Interessados no lucro com a venda do pau-brasil na Europa, os portugueses iniciaram a exploração da Mata Atlântica. As caravelas portuguesas partiam do litoral brasileiro carregadas de toras de pau-brasil para serem vendidas no mercado europeu. Enquanto a madeira era utilizada para a confecção de móveis e instrumentos musicais, a seiva avermelhada do pau-brasil era usada para tingir tecidos. Desmatamento na Amazônia e na Mata Atlântica Desde então, o desmatamento em nosso país foi uma constante. Depois da Mata Atlântica, foi a vez da Floresta Amazônica sofrer as conseqüências da derrubada ilegal de árvores. Em busca de madeiras de lei como o mogno, por exemplo, empresas madereiras instalaram-se na região amazônica para fazer a exploração ilegal. Um relatório divulgado pela WWF ( ONG dedicada ao meio ambiente ) no ano de 2000, apontou que o desmatamento na Amazônia já atinge 13% da cobertura original. O caso da Mata Atlântica é ainda mais trágico, pois apenas 9% da mata sobrevive a cobertura original de 1500. Embora os casos da Floresta Amazônica e da Mata Atlântica sejam os mais problemáticos, o desmatamento ocorre nos quatro cantos do país. Além da derrubada predatória para fins econômicos, outras formas de atuação do ser humano tem provocado o desmatamento. A derrubada de matas tem ocorrido também nas chamada frentes agrícolas. Para aumentar a quantidade de áreas para a agricultura, muitos fazendeiros derrubam quilômetros de árvores para o plantio. Urbanização e desmatamento O crescimento das cidades também tem provocado a diminuição das áreas verdes. O crescimento populacional e o desenvolvimento das indústrias demandam áreas amplas nas cidades e arredores. Áreas enormes de matas são derrubadas para a construção de condomínios residenciais e pólos industriais. Rodovias também seguem neste sentido. Cruzando os quatro cantos do país, estes projetos rodoviários provocam a derrubada de grandes faixas de florestas. Queimadas e incêndios Outro problema sério, que provoca a destruição do verde, são as queimadas e incêndios florestais. Muitos deles ocorrem por motivos econômicos. Proibidos de queimar matas protegidas por lei, muitos fazendeiros provocam estes incêndios para ampliar as áreas para a criação de gado ou para o cultivo. Também ocorrem incêndios por pura irresponsabilidade de motoristas. Bombeiros afirmam que muitos incêndios tem como causa inicial as pontas de cigarros jogadas nas beiradas das rodovias. No mundo Este problema não é exclusivo do nosso país. No mundo inteiro o desmatamento ocorreu e ainda está ocorrendo. Nos países em desenvolvimento, principalmente asiáticos como a China, quase toda a cobertura vegetal foi explorada. Estados Unidos e Rússia também destruíram suas florestas com o passar do tempo. As ações contra o desmatamento Embora todos estes problemas ambientais estejam ainda ocorrendo, verifica-se uma diminuição significativa em comparação ao passado. A consciência ambiental das pessoas está alertando para a necessidade de uma preservação ambiental. Governos de diversos países e ONGs de meio ambiente tem atuado no sentido de criar legislações mais rígidas e uma fiscalização mais atuante para combater o crime ecológico. As matas e florestas são de extrema importância para o equilíbrio ecológico do planeta Terra e para o bom funcionamento climático. Espera-se que, no início deste novo século, o homem tome consciência destes problemas e comece a perceber que antes do dinheiro está a vida de nosso planeta e o futuro das gerações futuras. Nossos filhos têm o direito de viverem num mundo melhor.


Aluno: Felipe Iago da M. Côrtes Serie: 3º C

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Reciclagem do lixo eletrônico

A reciclagem consiste em separar os materiais que compõem um objeto e prepará-los para serem usados novamente como matéria-prima dentro do processo industrial. Nem sempre a reciclagem se destina à reinserção dentro do mesmo ciclo produtivo: um computador reciclado pode gerar materiais que vão ser utilizados em outras indústrias.
A princípio existem pouquíssimas empresas no Brasil que realizam todo o processo de separação e preparação de materiais para a reciclagem. O material é separado e os resíduos perigosos são enviados para refinarias fora do Brasil. Existem apenas 4 grandes empresas no mundo, os materiais de maior valor são os metais preciosos das placas de circuito e praticamente não existe mão de obra especializada na área no Brasil e precisam capacitar a força de trabalho dentro da própria empresa.
Também existem empresas estrangeiras que realizam a captação no Brasil, mas levam o material para ser processado fora. A diretora de uma dessas empresas (com base em Cingapura) conta como é o processo: "Primeiramente separamos a sucata eletrônica por classe, efetuamos a destruição através da moagem e exportamos para a usina. Lá é feita uma desintoxicação (processo de elevação de temperatura em câmara selada a 1200C° e resfriamento em 4 segundos para 700C°), filtragem de dioxinas, liquidificação, separação por densidade, separação por eletrólise, decantação, refinagem, solidificação em barras."
Há alguns anos, fomos visitar uma empresa que afirmava realizar o processo ambientalmente correto. O responsável nos contou que um dos grandes problemas eram os monitores de computadores, que necessitavam de um maquinário bastante complexo para ser reaproveitados. Outra complexidade que ele colocou foi que a concorrência informal, que atua sem nenhuma preocupação ambiental ou de segurança do trabalho, chega a pagar o dobro ou triplo do que eles podem oferecer pela tonelada de lixo.



Algumas empresas de reciclagem de eletrônicos:

• TCG Recycling
• Suzaquim
• Cimelia
• Umicore
• Noranda




ALUNA: Débora Pinheiro 3° C.

POLUIÇÃO DO MEIO AMBIENTE


Definimos poluição ambiental como a contaminação das águas, solo e ar. Esta poluição ocorre com devido à liberação de lixos industriais, orgânicos, elementos químicos, e outros agentes.

A poluição ambiental prejudica os ecossistemas, chegando à falência de várias espécies de animais e vegetais. O homem também é prejudicado, pelo fato de depender muito dos recursos hídricos, do ar e do solo para sobreviver com uma boa qualidade de vida.

Chumbo, mercúrio, benzeno, monóxido de carbono, enxofre, pesticidas, dioxinas e gás carbônico, são os principais poluentes do meio ambiente.

O CO2 atualmente tem sido o maior poluente e contribui para o agravamento do conhecido “efeito-estufa”. As fezes humanas dependendo de sua quantidade podem ser consideradas poluentes. Por exemplo: poucas quantidades de fezes jogada numa lagoa não são consideradas poluentes porque sua decomposição através dos microorganismos é fácil, porém em grande quantidade excedem a capacidade de reciclagem, sendo assim um argente poluente.

O petróleo derramado nos mares prejudica a fotossíntese devido a dificultar a chegada da luz ao fito plâncton. E assim são afetadas as cadeias alimentares marinhas.

O desmatamento também leva a destruição dos ecossistemas e a extinção das espécies que neles vivem.

Estes problemas são conseqüência de causa raízes que aconteceram ou ainda irão acontecer. Isso não acontece de um dia para o outro, mas com muitos anos após, podendo levar a destruição do mundo.




POR: Jonatas César 3ºC