sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Poluição da Água

Introdução

A água é um bem precioso e cada vez mais tema de debates no mundo todo. O uso irracional e a poluição de fontes importantes (rios e lagos), podem ocasionar a falta de água doce muito em breve, caso nenhuma providência seja tomada.

Falta de água

Este milênio que está começando, apresenta o grande desafio de evitar a falta de água. Um estudo recente da revista Science (julho de 2000) mostrou que aproximadamente 2 bilhões de habitantes enfrentam a falta de água no mundo. Em breve poderá faltar água para irrigação em diversos países, principalmente nos mais pobres. Os continentes mais atingidos pela falta de água são: África, Ásia Central e o Oriente Médio. Entre os anos de 1990 e 1995, a necessidade por água doce aumentou cerca de duas vezes mais que a população mundial. Isso ocorreu provocado pelo alto consumo de água em atividades industriais e zonas agrícolas. Infelizmente, apenas 2,5% da água do planeta Terra são de água doce, sendo que apenas 0,08% está em regiões acessíveis ao ser humano.

Causas da poluição das águas do planeta

As principais causas de deteriorização dos rios, lagos e dos oceanos são: poluição e contaminação por poluentes e esgotos. O ser humano tem causado todo este prejuízo à natureza, através dos lixos, esgotos, dejetos químicos industriais e mineração sem controle.

Em função destes problemas, os governos preocupados, tem incentivado a exploração de aqüíferos (grandes reservas de água doce subterrâneas). Na América do Sul, temos o Aqüífero Guarani, um dos maiores do mundo e ainda pouco utilizado.Grande parte das águas deste aqüífero situa-se em subsolo brasileiro.

Problemas gerados pela poluição das águas

Estudos da Comissão Mundial de Água e de outros organismos internacionais demonstram que cerca de 3 bilhões de habitantes em nosso planeta estão vivendo sem o mínimo necessário de condições sanitárias.Um milhão não tem acesso à água potável. Em virtude desses graves problemas, espalham-se diversas doenças como diarréia, esquistossomose, hepatite e febre tifóide, que matam mais de 5 milhões de seres humanos por ano, sendo que um número maior de doentes sobrecarregam os precários sistemas de saúde destes países.

Soluções

Com o objetivo de buscar soluções para os problemas dos recursos hídricos da Terra, foi realizado no Japão, em março de 2003, o III Fórum Mundial de Água. Políticos, estudiosos e autoridades do mundo todo aprovaram medidas e mecanismos de preservação dos recursos hídricos. Estes documentos reafirmam que a água doce é extremamente importante para a vida e saúde das pessoas e defende que, para que ela não falte no século XXI, alguns desafios devem ser urgentemente superados: o atendimento das necessidades básicas da população, a garantia do abastecimento de alimentos, a proteção dos ecossistemas e mananciais, a administração de riscos, a valorização da água, a divisão dos recursos hídricos e a eficiente administração dos recursos hídricos.

Embora muitas soluções sejam buscadas em esferas governamentais e em congressos mundiais, no cotidiano todos podem colaborar para que a água doce não falte. A economia e o uso racional da água deve estar presente nas atitudes diárias de cada cidadão. A pessoa consciente deve economizar, pois o desperdício de água doce pode trazer drásticas conseqüências num futuro pouco distante.

Dicas de economia de água: Feche bem as torneiras, regule a descarga do banheiro, tome banhos curtos, não gaste água lavando carro ou calçadas, reutilize a água para diversas atividades, não jogue lixo em rios e lagos, respeite as regiões de mananciais.

Janaína Nascimento Ribeiro 3ºC

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Causas e consequências da camada de ozônio

Causas e consequêcias da camada de ozônio



Os fatores que contribuem para  redução da camada de ozônio são eles as emissões poluentes como o cloro presente em clorofluorcarbonetos (CFCs) utilizado em produtos  sprays,embalagens plásticas, aparelhos de refrigeração (como geladeira e ar concionado) e o brometo de metila (insetisida utilzados em plantações de tomates e morangos).
Em consequência dessa redução causa maior incidência dos raios ultravioletas o que diminui a fotossíntese nos vegetais, afeta a vida dos animais e nos seres humanos a resistência do sistema imunológico e causa câncer de pele e doenças oculares, como a catarata. 

Por:Ágata Farias.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O etanol e seus impactos no meio ambiente




O etanol, também chamado álcool etílico e, na linguagem popular, simplesmente álcool, é uma substância orgânica obtida da fermentação de açúcares, hidratação do etileno ou redução a acetaldeído. O etanol/álcool é uma alternativa energética muito importante. Pode não ser um fim em si. Pode não ser o combustível ideal, mas na situação atual é o que podemos chamar de combustível de transição, para sairmos dessa sujeira petroleira e caminharmos em direção a uma fonte de energia ideal (se o processo evoluir a ponto de acabar com alguns problemas acredito que os biocombustíveis possam chegar a ser uma fonte definitiva).
No atual cenário de destaque onde encontra-se este combustível, em escala nacional e mundial, surgiram muitos questionamentos sobre a produção de etanol e os seus impactos para a sociedade e o meio ambiente. Acredito que entre tantas questões existentes estas são as mais importantes:
1. O trabalhador do canavial é explorado?
2. O crescimento da demanda por álcool combustível vai ameaçar a floresta amazônica e outros biomas?
3. A produção de etanol pode prejudicar a produção de alimentos?
(Tudo tem o seu lado bom e ruin.)


A situação do cortador de cana ainda é muito difícil. A jornada de trabalho é excessiva, o salário é baixo e as condições sanitárias são precárias.
Outro risco na produção do etanol está no uso não eficiente da água. Usinas mais ultrapassadas chegam a consumir até 21 mil litros d'água para cada tonelada de cana. Já as usinas mais avançadas usam entre mil e 5 mil litros, e já são maioria no país.
E a Amazônia? Pode haver desmatamento para plantio de cana? As entidades de produtores de etanol alegam que, apesar do solo ser adequado, o regime de chuvas da Região Norte é incompatível para o plantio da cana. Mesmo assim, não se pode garantir que o crescimento das lavouras de cana não empurre outras culturas para a região amazônica.
A crise mundial dos alimentos é o assunto do momento para a imprensa mundial. E até poucas semanas atrás a culpa era do etanol. Sem dúvidas a produção de etanol feita através de milho, trigo e outros grãos comestíveis afetou a disponibilidade destes alimentos neste ano e no ano passado também. Este assunto não é novo. Mas esse não é o caso brasileiro, são os EUA que produzem etanol com milho.
Ainda sobre alimentos, no mundo se produz mais alimentos do que se consume. O nosso grande problema é má distribuição e desequilíbrio econômico. Você já se questionou quanto alimento é jogado fora em mercados, bares e restaurantes? Quantos grãos apodrecem estocados? As vezes apenas esperando o preço subir?
No Brasil, dos 340 milhões de hectares disponíveis para plantio, somente 90 milhões são adequados para cana, que atualmente ocupa 7 milhões.

Enfim, ainda há muito o que evoluir até a produção social e ambientalmente mais eficaz do etanol. Na balança da poluição, apesar dos pontos negativos (como queima da palha) o etanol ainda dá de 10 na gasolina. O fator que desequilibra a favor do álcool é a lavoura de cana, pois para o seu crescimento a planta retira da atmosfera muito dióxido de carbono. Então o processo todo produz, o que alguns chamam, de efeito geladeira.

Melissa Santos 3c

Esta na hora de ajudar o lugar onde vivemos temporariamente...S.O.S. VIDA!







Hoje em dia apesar da quantidade de coisas com que muitos se preocupam: com política (ano de eleição), com futebol e varias outras... Nós estamos nos esquecendo as vezes do meio ambiente,que foi nos dado para que nós cuidassemos e conservássemos ele (falo por poucos). Com a quantidade de desmatamentos e a poluição sonora, visual e etc. que vemos nas cidades isso nos faz focar nossos pensamentos em problemas particulares esquecendo de conservar e cuidar desse mundo que hora mais hora menos vai acabar deixando de existir pelas nossas próprias mãos.Além do mais com tantas construções até a Amazônia fica cada vez menor, e se não se controlarem apesar de alguns poucos tentarem fazer alguma coisa ainda são bastante minoria.Estamos presenciando ate sua vingança com tantos maremotos e erupções,não nos esqueçamos dos terremotos que vem logo atrás já que o homem vem acabando com a natureza através de queimadas e desmatamentos e pesca pedratoria que já já afetara de forma drástica a economia mundial e nossa beleza
A queima de combustíveis fósseis tais como o óleo, o carvão e o gás, utilizada na produção de energia para residências, escritórios e fábricas produz detritos indesejáveis tais como óxidos de carbono, de nitrogênio e de enxofre e tantos animais belos tendo que morrer para satisfazer as vontades exacerbadas de uns à outros.
Muitas de nossas tecnologias para construção e processos, usam energia de forma ineficiente. Nós poderíamos usufruir dos mesmos serviços de energia sem ter que queimar tanto carvão, óleo ou gás. O nosso padrão de vida atual poder ser mantido, usando consideravelmente menos energia e causando muito menos poluição, se uma melhora na eficiência no uso de energia ocorresse.
Com o aquecimento global através da cratera que se abre cada vez mais estamos vendo as geleiras no sul do planeta derretendo,algo que as vezes da pena e vontade de desistir de tudo já que o sistema esta quase irreversível.Já que estamos vivendo num planeta em que um destrói o outro através do ódio da perturbação da inveja e de outras coisa tão rancorosas que destoem o coração do humano...

Já que as pessoas se preocupam tanto em destruir umas as outras se desapegando de tudo e da religião,estaríamos perto de um fim,eu acho que não porque se eles mesmos deixaram a situação chegar a um ponto tão critico em que os do alto tem que gastar tanto dinheiro pela segurança ao ponto de tão critico que a utilização de tecnologias bicombustíveis ou desenvolvimento sustentável:que não agridam a natureza deixam de surtir efeito estariamos correndo contra o tempo para nós mesmos não acabarmos uns com os outros?
(Já que nem tudo é igual a ave mitológica que renasce das cinzas...)

MARCELO MALTA

Tempo de degradação de materiais descartados no meio ambiente

Os resíduos sólidos de origem urbana, popularmente denominados de lixo, normalmente em muitos países, inclusive no Brasil, são descartados pela maioria da população como materiais inúteis ou inservíveis, apesar de muitos materiais serem potencialmente recicláveis.
Aspectos relacionados a renda, clima, cultura, hábitos de consumo, atividade econômica do município, índice de urbanização, localização geográfica, vias de acesso etc, são fatores determinantes na quantidade e qualidade dos produtos consumidos e de resíduos gerados e descartados pelas comunidades. Assim, os materiais descartados como lixo, à exemplo de papel, papelão, plástico, vidro, metais ferrosos e não ferrosos, matéria orgânica ,restos de comida, verduras, frutas, apara de grama, poda de árvores, etc, dentre outros materiais, variam quantitativamente e qualitativamente ao longo do ano.
De acordo com a composição bioquímica dos resíduos descartados no lixo, há um gradiente de tempo para que ocorra sua degradação no meio ambiente. Muitos livros que tratam desse tema apresentam dados gerais sobre o tempo de degradação, porém, quase sempre a abordagem é feita de forma superficial, sem entretanto, discuti-lo dentro do contexto que o tema requer, a exemplo do Quadro 01 a seguir:

Quadro 01: Tempo de Decomposição de Alguns Materiais
MATERIAL TEMPO
Jornais 2 a 6 semanas
Embalagens de Papel 1 a 4 meses
Casca de Frutas 3 meses
Guardanapos de papel 3 meses
Pontas de cigarro 2 anos
Fósforo 2 anos
Chicletes 5 anos
Nylon 30 a 40 anos
Sacos e copos plásticos 200 a 450 anos
Latas de alumínio 100 a 500 anos
Tampas de garrafas 100 a 500 anos
Pilhas 100 a 500 anos
Garrafas e frascos de vidro ou plástico indeterminado

Com o avanço tecnológico, as indústrias se diversificaram e produzem os bens de consumo em escala cada vez maior para atender a demanda de mercado, que atrelado à estrutura do comércio e dos recursos de marketing de vendas, cada vez mais sofisticado para seduzir o consumidor, numa relação direta de causa e efeito, todo esse complexo sistema tem custado um preço considerável para o meio ambiente, face ao significativo aumento na geração de lixo.
Na prática, deve-se levar em consideração que há uma estreita inter-relação entre fatores físicos, químicos e biológicos que interferem no processo de degradação dos resíduos, mas, da forma como os dados vêm sendo apresentados em muitas tabelas, muitas vezes não permite essa compreensão.
Para melhor entendimento sobre esse tema devemos questionar sob que condições o lixo foi ou está submetido, pois a degradação dos materiais ocorre em função de uma complexa combinação de fatores, tais como, temperatura, pH do meio, teor de umidade, luminosidade, pressão atmosférica, etc.
Antes de qualquer avaliação cronológica, tempo que um determinado material leva para degradar-se,, deve-se considerar sob que condições o,s, resíduo,s, que compõe o lixo encontra-se: a céu aberto ou enterrado; está numa região como a floresta Amazônica ,úmida e quente, ou no deserto de Saara ,seca e quente durante o dia e fria à noite,; está na terra ou dentro do meio aquático; se dentro do meio aquático, está no água doce ,rio, ou na água salgada ,mar,; está sob águas rasas ou profundas; encontra-se depositado numa região de água mais quente como no litoral nordestino ou em água mais gelada como na Antártida; o lixo está numa região a nível do mar ou está numa região de altitudes elevadas como nos Alpes Suíços; etc.
Diante de tantas variáveis, supondo que tomássemos como exemplo o papel, será que o tempo de degradação vai ser o mesmo nos diferentes pontos da terra? Considerando que as condições do meio são tão distintas nos diferentes pontos do planeta, certamente não será difícil concluirmos que não é simples estabelecermos tempo de degradação do material no meio ambiente, pois a interação de fatores interfere na atividade dos microorganismos decompositores.
Há determinados produtos que para preservar suas propriedades quanto ao cheiro, cor, sabor, etc, requer envase em embalagens especiais, tipo Tetra Pak, constituído por camadas, tais como plástico, papelão, alumínio. Se por um lado este tipo de embalagem permite que tenhamos alimento preservado por um período mais longo, propiciando inclusive o consumo em período fora da safra, por outro lado considerando a baixa degradabilidade desse tipo de embalagem, é muito elevado o custo ambiental quando é descartado no meio.
Apesar da tabela informar que jornais degradam com 2 a 6 semanas, foram encontrados jornais intactos ,permitindo inclusive identificar a data que fora impresso, em um aterro sanitário existente nos Estados Unidos, depois de aproximadamente quarenta anos de desativado. Portanto, as condições a que esse material foi submetido, luminosidade, temperatura, umidade, pressão, etc, permitiu que o tempo de degradação não necessariamente ocorresse conforme o tempo descrito na tabela. Cabe então a pergunta: afinal para que servem essas tabelas se na prática os dados referentes ao tempo de degradação são tão discrepantes?
Finalmente é fundamental uma reflexão sobre o que estamos descartando como materiais inúteis e/ou indesejáveis, antes mesmo de discutirmos quanto tempo levará esses materiais para degradar-se no meio ambiente. É de fundamental importância pensarmos efetivamente que contribuição podemos dar para que tenhamos um modelo sustentável, ecologicamente equilibrado, contemplando os Rs mágicos: Redução, Reutilização e Reciclagem, permitindo economia de matéria prima e energia. Assim, sugerimos Repensar nosso modelo de consumo e descarte, mudar atitudes e nos levar por caminhos seguros, para essa e para as futuras gerações.

GABRIEL GONÇALVES

domingo, 8 de agosto de 2010

EXEMPLO A SER SEGUIDO: Equador não explorará seu petróleo amazônico


A imprensa noticiou timidamente esta semana o fato de o Equador ter firmado no último dia 3 de agosto um acordo pelo qual se compromete a deixar no subsolo durante pelo menos mais dez anos uma das suas mais importantes reservas de petróleo. Em troca, o país receberá da comunidade internacional, de outros países e de doadores privados cerca de 3,6 bilhões de dólares de indenização. O fato, nos parece, merece mais atenção.
Antes de mais nada porque as tais reservas, concentradas nos campos petrolíferos de Ishpingo, Tiputini e Tambococha, encontram-se integralmente na região amazônica e, em grande parte, sob o Parque Nacional do Yasuni, que, com seus 950 000 hectares de selva, constitui uma das mais importantes reservas de biodiversidade do mundo. Ademais, sabe-se que em seu interior ainda há pelo menos dois grupos indígenas sem nenhum ou com pouco contato com a “civilização”. E mesmo com a mais moderna das tecnologias e todo o cuidado, a exploração de petróleo em uma importante reserva de biodiversidade sempre terá impactos negativos. O Golfo do México vem nos mostrando que nós nunca estamos inteiramente no controle.

Por outro lado, como ressaltou a ministra equatoriana do patrimônio, Maria Fernanda Espinosa, a decisão de não explorar esses campos foi extremamente difícil, uma vez que eles concentram 20% do total das reservas petrolíferas confirmadas do país .
TAIANE JANAÍNA D. NEGREIROS
3º C

sábado, 7 de agosto de 2010

Petróleo

Petróleo
Substância oleosa e inflamável, o petróleo é a principal fonte de energia na atualidade. O fato de o mesmo ser um recurso esgotável, aliado ao seu grande valor econômico, fizeram com que o combustível se tornasse um elemento causador de grandes mudanças geopolíticas e socioeconômicas em todo o mundo.

Acredita-se que o petróleo tenha se formado há milhões de anos em razão da decomposição dos seres que compõem o plâncton, decomposição esta causada pela pouca oxigenação e pela ação de bactérias. Assim, esses seres decompostos teriam se acumulado no fundo dos mares e lagos.

Composto principalmente por hidrocarbonetos alifáticos, alicíclicos e aromáticos, o petróleo é um óleo menos denso que a água, com coloração que pode variar desde o castanho claro até o preto. Além de servir como base para a fabricação da gasolina, principal combustível para automóveis, vários outros
produtos, como gás natural, GLP, nafta, querosene, lubrificantes, etc., são derivados do petróleo.

Por ser a principal fonte energia do planeta, o petróleo já foi motivo de algumas guerras, como a Primeira Guerra do Golfo, a Guerra Irã-Iraque, a luta pela independência da Chechênia e a invasão estadunidense no Iraque, em 2003. Sem dúvida, a existência de petróleo é um sinônimo de riqueza e poder para um país. O combustível se tornou ainda mais valorizado após a criação da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), que nasceu com o fim de controlar preços e volumes de produção e pressionar o mercado.

Tipos de petróleo:

- Petróleo Brent: petróleo produzido na região do Mar do Norte, provenientes dos sistemas de exploração petrolífera de Brent e Ninian. É o petróleo na sua forma bruta (crú) sem passar pelo sistema de refino.

- Petróleo Light: petróleo leve, sem impurezas, que já passou pelo sistema de refino.

- Petróleo Naftênico: petróleo com grande quantidade de hidrocarbonetos naftênicos.

- Petróleo Parafínico: petróleo com grande concentração de hidrocarnonetos parafínicos.

- Petróleo Aromático: com grande concentração de hidrocarbonetos aromáticos.


Atualmente, os dez maiores produtores de petróleo do mundo são: Rússia, Estados Unidos, Arábia Saudita, Irã, Iraque, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Venezuela, México e Inglaterra.

Valter Loureiro 3°C